domingo, 20 de janeiro de 2008

( Sem Título )






Há dias bons, outros não tão preenchidos e fantásticos.


Sim, os meus dias bons são aqueles preenchidos e fantásticos, mesmo

que não estejas fisicamente ao meu lado.

Por isso, a tua presença faz dos meus dias não apenas bons, mas perfeitos.


Hoje, poderia ter sido um dia bom, já que ao domingo sei que ao acordar nunca estarás

aqui para me sorrir...

e tal como eu dizia, hoje podia ter sido um dia bom...

estava sol, umas nuvens brancas aqui e acolá, mas por qualquer outra razão

exterior a tudo o que visionei o meu dia, tal como o meu ser,

transformou-se num dia cinzento...repleto de nuvens não tão puras como aquelas que

havia visto serem de um branco tão puro.


Mas o que se passa comigo?!

Não me entendo por te conseguir entender mesmo sem que fales...

...mesmo sem que me olhes...

...mesmo sem que aqui estejas.


Não te sinto aqui...mesmo sabendo que não poderias aqui estar.

Sentir-me-ei assim pela simples razão de saber que aqui não estares para me

protejeres naquele que é O Abraço?!

O Teu abraço...


Não te queria distante, queria-te aqui.

Mas o meu querer de nada adianta.

Assim, não volto a exigir nada...assim não aplicarei mais a palavra "querer"...

...ate porque hoje não me sinto nem com forças nem com o direito de o proferir.


I'm not here...I'm not there...I'm not anywhere...

Today I'm lost.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Silêncio.




Silêncio...
Provavelmente nem sempre é dos melhores situações quando
nos encontramos no meio delas.
Outras vezes, paradoxalmente, o silêncio é tudo o de bom que não me transmites
por palavras.
Hoje recordo... talvez com saudade e, também,
com um certo espanto momentos silenciosos que partilhamos.
Aquele olhar após três silenciosas semanas, onde o unico som... a única palavra...
o único grito que ouvíamos era o do nosso olhar...
sim, aquele olhar que tanto se cruzava envolto de saudade...
tristeza... mágoa... envolto de tanto te querer!
Meu deus, o que foi aquilo?!
sim, tudo aquilo que transmitimos num olhar de escassos segundos após três
semanas horrivelmente silenciosas e longas.
Silêncio... o teu... o meu... O Nosso.
Cala-te e olha-me... no meio de todo este silêncio... dizendo que me adoras
com esse brilhante olhar.
Vamos ficar em silêncio...
sim...
no silêncio da noite...
do dia... do que simplesmente nos apetecer,
mas fiquemos.
Calo-me. Cala-te!
No silêncio do nosso olhar.

... Silêncio.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Importante!

Há pessoas especiais, mas isso podem existir várias...

Não és vulgar ou comum... como lhe preferirem chamar... Eu... Eu acho que fico pelo simples facto de achar que chegas a ser único.

Talvez seja exagero para aqueles que não percebem ou para aqueles que realmente não te conhecem como eu tenho o privilégio de te conhecer... Sim, é um privilégio, pois conheço-te de forma tão sincera... Uma sinceridade tão fascinante... tão inexplicável!

O que é isto? O que é toda esta confusão de sentimentos?! Porque não os conseguimos definir de forma que nos pareça mais clara e menos confusa em relação a tudo o que já vivemos separadamente e tudo o que estamos a viver desde que nos conhecemos?!

Acho que não o conseguimos definir porque tudo o que sentimos ultrapassa todas as expectativas do que realmente poderíamos sentir um dia.

Sei que estarás aqui... sim, aqui mesmo ao meu lado... mesmo juntinho a mim... mesmo presente! Estarás sempre que eu precisar... sempre que toda a minha força quanto a tudo o que me abala se esgotar. Digo-o porque me provaste, mesmo quando foi dificil para ti.

Obrigada.

Não és especial...

és mais do que isso...

És Importante!